1 Setembro marca o inicio da nova época desportiva que se prolonga até Agosto 2013 e já hoje 7 amigos se vão lançar pelos trilhos dos Templários e dar inicio a uma fase louca deste grupo de amigos, provavelmente vamos bater este mês os nossos recordes de km percorridos e já para Outubro outro marco importante para o nosso grupo pela primeira vez(peço desculpa se estiver enganado) vamos participar numa Maratona com 7 amigos é certamente a fase de amadurecimento do nosso grupo.
Não se esqueçam que a meta de percorrer pelo grupo 10000 km não é impossível por isso e a todos bons treinos e façam o favor de se divertir nas provas mesmo querendo alcançar a melhor marca .
Um abraço silencioso
Fernando
sábado, 1 de setembro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Crónica do Ultra Trail Noturno Lagoa de Óbidos
O Ultra Trail Noturno da Lagoa de Óbidos era de há muito um objectivo traçado por 2 atletas do nosso Clube mas que na última semana viu reforçado para 4 a nossa representação nesta magnífica prova, Joaquim Adelino e Daniel Pinto e posteriormente a Susana Adelino e o Rui Pacheco (estes 2 últimos estreantes na prova).
Uma prova muito dura com a agravante de se ter realizado à noite a partir das 21h. Os objectivos estavam bem programados por todos nós, a Susana por estar a iniciar os seus treinos e o regresso à competição fez a prova mais "pequena" de 26 kms tendo para o efeito contado com a ajuda de uma amiga do CLAC do Entroncamento, Otília Leal, que desde o início a acompanhou sempre. Cedo começaram a surgir os primeiros sintomas de cansaço e dores nos membros inferiores em resultado de uma preparação insuficiente para esta prova, mas ao mesmo tempo de valorizar já que demonstra vontade, a partir dos 15 kms e até final foi um misto de Correr/andar com o único objectivo de chegar, apesar das fortes dores de pernas conseguiu concluir com o tempo de 3,20h. Agora recupera com muitas limitações de movimentos mas que o tempo tratará de sarar a tempo de nova experiência que é estar presente na Meia Maratona em S.João das Lampas em 8 de Setembro.
O Daniel tinha como objectivo concluir a prova dentro de um tempo inferior a 7h. para isso contou com a colaboração do Rui Pacheco que aproveitou esta prova de 50kms para treinar e iniciar o ataque ao Ultra Trail da Serra D,Arga em Outubro na bonita Cidade de Caminha. Aqui também vieram ao de cima fragilidades que só podem ser detectadas se lá estivermos, até lá alimentamos a esperança que aquilo que fizemos (preparação) foi suficiente para levar aquilo de vencida e dentro dos planos que traçamos, só que a realidade no terreno é bem diferente e nisso o Daniel aprendeu bastante. o Rui ficou com ele conforme planeara e sentiu-se sempre confortável, sempre a incentivar e a colaborar para que aquilo fosse feito no menor tempo possível já que era esse o objectivo do Daniel. Só que a partir dos 25kms começaram a aparecer os problemas, as dores nas pernas começaram a surgir, as dificuldades maiores da prova começaram a partir daí com o aparecimento da areia da praia (muito solta e remexida) e das dunas onde para além da existência de muita areia havia também muito mato rasteiro e a dificuldade acrescida para encontar os pontos luminosos que indicavam o caminho. Dali até final foi sofrer bastante, qualquer subida e mesmo algumas descidas eram um tormento para ultrapassar, até que se chega à conclusão que o prazer da prova se transforma mais em chegar do que obter uma boa marca e humildemente reconhecer o que parecia impossível à partida, concluir que afinal ainda não estava preparado para enfrentar aquilo dentro dos objectivos a que se propôs. O Rui teve uma atitude de louvar, para além de fazer um treino essencial à sua preparação tendo-o feito com bastante à vontade ajudou a que não fosse tão penoso para o Daniel, o corpo reagiu bem ao esforço e mostrou que continuando o treino com o objectivo de enfrentar os trails com outra dimensão superior poderá livrar-se de problemas musculares que o têm atormentado em alturas cruciais nas provas em que já participou. Apesar de dorido o Daniel tem agora alguns dias até se livrar do incómodo das dores musculares e o treino é o melhor remédio para tratar disso já que o Rui pelo que vi não ficou com qualquer mazela, revelando estar no bom caminho para voltar a fazer uma excelente época.
A minha prova foi a esperada, mas não se pense que foi fácil, nunca é, porque fazer 50kms é sempre difícil seja para quem for. Contei desde o início com a companhia do Luís Miguel (um amigo das Lebres do Sado) e logo que partimos impuz um ritmo tendo em conta o objectivo final que era chegar, nada de atingir limites e correr sempre confortável, não conhecia parte do percurso as alterações feitas teve em conta o aumento da distância para os 50kms por isso era uma novidade e quando assim é sentimo-nos mais motivados exactamente porque o desconhecemos. De tudo fomos encontrando, na chegada à Lagoa de Óbidos fizemos logo uma incursão à parte norte da Lagoa passando por trilhos feitos especificamente para esta prova, uma passagem muito bonita com canaviais a ladear e até a cobrir-nos onde não faltava alguma humidade que nos refrescava o corpo, atravessámos uma vala bem larga onde tivemos todos de ir a banhos de água e lama, ninguém escapou, os pés ficaram a pesar mais mas pouco depois já esquecíamos o desconforto já que as dificuldades não se ficavam por ali. Retomámos à margem esquerda da Lagoa para pouco depois encontrar nova dificuldade intruduzida na prova, atravessar um pântano com cerca de 300 metros cheio de buracos e com o terreno num lamaçal autêntico onde os pés enterravam quase até cobrir os ténis, aí tive oportunidade de cair num buraco que estava tapado com ervas mas não cheguei a tombar e saí de lá com facilidade. Nesta altura os pés já chocalhavam dentro dos ténis, era lama, água e areia mas não quis parar e segui até encontrar o abastecimento dos 25kms. Era aqui que começavam as dificuldades maiores, estava a meio da prova e tinha gasto já 3,45h. Sem grandes novidades no percurso seguinte mantiveram as dificuldades na areia e nas dunas ao longo de 5kms até saímos para encontar o abastecimento principal dos 32kms. Aqui devia ter tirado os ténis e fazer uma 1ª limpeza mas nem sequer me lembrei disso, comi e bebi e pouco depois abalei na companhia do meu inseparável amigo e companheiro desta odisseia Luís Miguel, pouco depois tivemos mesmo de parar para retirar o lixo que estava nos ténis, foram cerca de 10 minutos pois não é fácil tirar as meias técnicas naquelas condições e voltar a calçalas com cerca de 35kms nas pernas. Seguimos e pouco depois nova paragem, desta vez faltou a luz ao frontal ao Miguel e tivemos de trocar de pilhas, o meu frontal de há muito que deixara de dar a luz suficiente para que visse como deve ser onde punha os pés (tinha deixado as pilhas suplentes no carro), era por isso que nesta altura as dores eram muitas nos 2 pés, o terreno era muito duro e irregular devido a buracos e muito mato, as pernas já sentiam algum cansaço mas ainda assim ainda conseguia correr, devagar mas corria. Foi assim até cortarmos a meta em Óbidos numa chegada muito bonita apesar de ali já estar muito pouca gente à nossa espera, para além da organização e alguns resistentes lá estava também o Rui, a Susana e o Daniel, eram 05,11h e ao longe já se avistava os primeiros raios solares do novo dia. Este testemunho que faço da minha prova é um retrato daquilo que se passou com todos os outros atletas e em particular com os nossos, quedas, enganos no percurso e dificuldades em encontrar o melhor rumo foram uma constante, daí esta narração que não visa particularmente a minha prova mas a de todos nós. Voltaremos para o ano, se possível com uma delegação maior já que se trata de uma prova espectacular.Tempos dos atletas dos Amigos do Vale do Silêncio:
Texto: Joaquim Adelino
Ultra Trail, 50kms
112º-Rui Pacheco: 6,30,50h.
113º-Daniel Pinto: 6,30,50h.
206º-Joaquim Adelino: 8,11,25h.
Trail, 26kms
186º-Susana Adelino: 3,21,12h.
112º-Rui Pacheco: 6,30,50h.
113º-Daniel Pinto: 6,30,50h.
206º-Joaquim Adelino: 8,11,25h.
Trail, 26kms
186º-Susana Adelino: 3,21,12h.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Parabéns
Como habitual este período do ano é aproveitado para olhar-mos para dentro, pensar no que podemos fazer melhor e traçar novas metas.
Os primeiros 6 meses foram de uma certa consolidação do grupo , fizemos mais de 5000 km em competição e participamos em 57 provas diferentes, 19 amigos têm mais de 100 km em provas e já contamos mais de 50 atletas que participaram 3 ou mais provas.
Foi um factor que encheu de orgulho "todos" as boas classificações colectivas e já nos damos ao luxo de regressarmos a casa e deixar para a organização uma taça de um excelente 3º colectivos, facto que esperamos não repetir.
Vimos amigos a vencer provas a nível individual e vários no lugar mais alto pódio e mesmo muitos nos outros degraus e isto sempre com a alegria de ir revendo semana a semana os amigos.Não seria justo para ninguém referir nomes mas TODOS fomos importantes.
Queremos continuar a crescer de uma maneira solida e sem a sofreguidão que muitos clubes e os seus responsáveis têm em recrutar os atletas dos outros clubes sem uma simples conversa com os responsáveis dos mesmos, da nossa parte pode ficar uma certa tristeza em ver um amigo partir mas nunca ficaremos com inveja nem os mesmos amigos nos serão indiferentes, mas as organizações a que passaram a pertencer...sim porque da nossa parte nada podemos oferecer ou muito se pensarmos no valor "humano".
Estamos abertos a receber novos amigos e novas aventuras nos esperam por essa razão o nosso lema ganha cada fim de semana mais força..."uma vez amigo, amigo para sempre" e nesta segunda fase do ano já uma certeza a nossa participação em peso em várias provas e muito provavelmente pela primeira vez teremos 6 atletas a participar na maratona do Porto. Para todos boas férias ou continuação das mesmas.
Um abraço
Os primeiros 6 meses foram de uma certa consolidação do grupo , fizemos mais de 5000 km em competição e participamos em 57 provas diferentes, 19 amigos têm mais de 100 km em provas e já contamos mais de 50 atletas que participaram 3 ou mais provas.
Foi um factor que encheu de orgulho "todos" as boas classificações colectivas e já nos damos ao luxo de regressarmos a casa e deixar para a organização uma taça de um excelente 3º colectivos, facto que esperamos não repetir.
Vimos amigos a vencer provas a nível individual e vários no lugar mais alto pódio e mesmo muitos nos outros degraus e isto sempre com a alegria de ir revendo semana a semana os amigos.Não seria justo para ninguém referir nomes mas TODOS fomos importantes.
Queremos continuar a crescer de uma maneira solida e sem a sofreguidão que muitos clubes e os seus responsáveis têm em recrutar os atletas dos outros clubes sem uma simples conversa com os responsáveis dos mesmos, da nossa parte pode ficar uma certa tristeza em ver um amigo partir mas nunca ficaremos com inveja nem os mesmos amigos nos serão indiferentes, mas as organizações a que passaram a pertencer...sim porque da nossa parte nada podemos oferecer ou muito se pensarmos no valor "humano".
Estamos abertos a receber novos amigos e novas aventuras nos esperam por essa razão o nosso lema ganha cada fim de semana mais força..."uma vez amigo, amigo para sempre" e nesta segunda fase do ano já uma certeza a nossa participação em peso em várias provas e muito provavelmente pela primeira vez teremos 6 atletas a participar na maratona do Porto. Para todos boas férias ou continuação das mesmas.
Um abraço
sábado, 21 de julho de 2012
1º G.P. Almargem do Bispo
Numa manha quente e a prometer um bom dia de praia 5 amigos deslocaram-se até Almargem do Bispo para participar na sua prova que pela primeira vez era realizada e contava para o torneio da C.M.Sintra.
Primeira surpresa a entrada da vila o transito já era restrito e a presença de um agente da GNR nos dava indicação do melhor local para estacionar(campo da bola) e a presença de muita gente nova nos indicava uma forte participação nas provas que são o mais importantes nestes tipos de torneios e foi uma festa muito grande ver muitos atletas jovens a participar, bem diferente do torneio da C.M.Loures que em Bucelas havia 2 iniciados e que na altura demonstrei a minha tristeza e preocupação pelo futuro do atletismo . Nada melhor que a distribuição das medalhas de cada prova para que os jovens as passeassem pelo local de partida e chegada com o orgulho de uma medalha olímpica ganha.A Prova principal iniciou-se um pouco atrasada mas para surpresa de todos atletas e eram muitos,esta foi a segunda maior prova em numero de participação de todo o torneio de Sintra, todo o percurso estava fechado ao transito e apesar da dificuldade natural a vencer foi do agrado de quase todos com um abastecimento aos 4,5 km o percurso foi uma surpresa muito agradável e a chegada mais uma surpresa era entregue a cada atleta a sua classificação. Um pequenina nódoa mas que se desculpa devido ao numero elevado de participantes, não houve camisolas para os últimos da prova principal mas para uma prova de custo zero diria que ninguém reparou.
A nossa participação foi de bom nível o Paulo Povoa foi ao pódio e a Susana resolveu levar dois troféus para casa, 3ª da geral feminina e 2ª sénior e foi muito bom ver a sua alegria no pódio.
Resultados:
10º Vet.2-Paulo Póvoa 35'45
13º Snr-Tiago Silva 35'40
2ª Snr Fmn-Susana Pinto
48º Snr-Daniel Pinto
27º Vet.2-Fernando Silva
21º por equipas
quinta-feira, 19 de julho de 2012
memorial Francisco Lázaro
Estávamos no ano de 1912, em Estocolmo, Suécia, onde decorria a 5ª Edição dos JogosOlímpicos da era moderna. Portugal participava pela primeira vez nas Olimpíadas. No dia 14 de
Julho realizou-se a maratona. Francisco Lázaro, o maior maratonista português de então, era
um dos 71 concorrentes que se apresentaram na partida.
A maratona decorreu sob um calor abrasador, 30º à sombra. Lázaro ou porque se
esqueceu do boné ou porque achou que era um empecilho na cabeça ou simplesmente para
dar nas vistas correu com a cabeça destapada. Mas este grande maratonista cometeu outro
erro muito maior que viria a revelar-se fatal, untou o corpo com sebo, com o intuito de evitar
as dores musculares, a fadiga e as cambras.
Ao km 29º Francisco Lázaro cambaleou, caiu várias vezes, levantou-se para continuar até
que caiu e não se levantou mais. Morreu por insolação na manhã do dia seguinte, 15 de Julho,
faz hoje precisamente cem anos.
Lázaro terá dito que ou ganhava ou morria, afinal, infelizmente, morreu.
A prova «Memorial Francisco Lázaro», hoje realizada, é uma homenagem linda, sentida
e merecida a este grande atleta. Cinco Amigos Vale Silêncio juntaram-se à mesma: o Tó Zé, o
Torres, o Luciano, o Hugo e o Leonel. Outro Amigo que não correu mas esteve presente foi o
Joaquim Adelino. Não correu mas tirou fotografias que devem estar um espetáculo. Esteve
ainda presente o filhote do Hugo e neto do Adelino que anda a tomar o gostinho da corrida
com o pai e com o avô.
A Organização esteve bem apesar de ser a primeira vez que esta prova se realizou.
O percurso era durinho com algumas subidas e descidas bastante inclinadas. Parte
dele foi feito em ciclovia tendo dum lado arvoredo expelindo oxigénio e do outro, viaturas
expelindo dióxido de carbono. No meio os atletas lá iam embebidos em seus pensamentos.
No final estava toda a gente satisfeita com os resultados. Tendo em conta a dureza do
percurso e o calor que se fez sentir, foi muito bom. De realçar o 1º lugar alcançado pelo Hugo
no seu escalão e o 5º da geral.
Seguem-se as classificações:
Por equipas:
7ª Classificada em 20 equipas.
Individuais:
Hugo Adelino – 5º na geral – 1º no escalão – 35'58
Leonel Neves – 82º na geral - 8º no escalão – 44'32
António Fernandes – 130º na geral – 15º no escalão – 46'54
Luciano Tomás – 136º na geral – 16º no escalão – 47'33
José Torres – 198 na geral – 19 no escalão – 50'44
Texto: Leonel Neves
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Trail do Almonda, 8 de JUlho de 2012
o Trail do Almonda nada teria a ver com a Freita, pelo menos a nível técnico, já que a dureza também esteve lá mas bem disfarçada através de trilhos espectaculares bem tratados e limpos ajudando assim a minimizar os sacrifícios que aqui e ali tivemos de superar. A prova com este novo percurso torna-se muito bonito e todo ele percorrido em plena Natureza, excepção feita a pequenas incursões em aldeias cujo enquadramento pouco difere do resto percorrido.
A Serra oferecía-nos agora trilhos espectaculares, mesmo antes de lá chegar ouve ainda tempo para observar a passagem de 2 batedores em motos com transportamdo caixas de 1ºs socorros para apoio imediato em caso de necessidade e um Jipe que ia andando a vigiar e a ver se estava tudo bem.
Para mim foi um prazer enorme ter voltado ali ao Almonda agora com um renovado percurso que o torna espectacular, eu e os meus amigos viemos muito satifeitos com vontade de voltar. O almoço foi outra coisa que nos agradou, ao fim de 5h. de prova soube bem aquele excelente manjar, bem melhor do que a sandes e uma sopa do último fim de semana e depois de andar 15h. a "pão e água".
Nota do editor: este texto é constituído por excertos retirados do texto original publicado no blogue, Pára que não para
Resultados:
8º-Rui Pacheco 2h48'15
168º-Daniel Pinto 4h04'09
182º-Hélder Branco 4h14'19
269º-Joaquim Adelino 4h56'00
A Serra oferecía-nos agora trilhos espectaculares, mesmo antes de lá chegar ouve ainda tempo para observar a passagem de 2 batedores em motos com transportamdo caixas de 1ºs socorros para apoio imediato em caso de necessidade e um Jipe que ia andando a vigiar e a ver se estava tudo bem.
Para mim foi um prazer enorme ter voltado ali ao Almonda agora com um renovado percurso que o torna espectacular, eu e os meus amigos viemos muito satifeitos com vontade de voltar. O almoço foi outra coisa que nos agradou, ao fim de 5h. de prova soube bem aquele excelente manjar, bem melhor do que a sandes e uma sopa do último fim de semana e depois de andar 15h. a "pão e água".
Nota do editor: este texto é constituído por excertos retirados do texto original publicado no blogue, Pára que não para
Resultados:
8º-Rui Pacheco 2h48'15
168º-Daniel Pinto 4h04'09
182º-Hélder Branco 4h14'19
269º-Joaquim Adelino 4h56'00
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