Sete Amigos foram a Benavente
Participar nos quinze quilómetros.
O dia esteve de feição felizmente
Dos primeiros aos últimos metros.
Corria o dia vinte e três de novembro.
Para os Amigos era mais uma corrida
Findada com uma perna ao ombro
A juntar ao currículo após concluída.
Grande prova fez o Joaquim Belo,
O Hernâni Silva bateu o seu recorde,
De parabéns está também o Avelino pelo
Ótimo tempo, ai que alguém discorde!
Os demais, sem preocupação,
Cortaram a meta sem cansaço.
O Leonel a queixar-se do tendão
Fez dois quilómetros a passo.
Resultados:
48º-Joaquim Belo, 1h02:27
117º-Fernando Avelino, 1h09:24
161º-José Moga, 1h12:38
162º-Filipe Ramalho, 1h12'39...
182º-Hernani Silva, 1h14:43
228º-Leonel Neves, 1h22:41
254º-Paulo Portugal, 1h27:59
Resultados Trail Amigos da Montanha:
Mini-Trail, 18 km
403º-Susana Pinto, 2h35'00
Trail, 63 km
150º-Vitor Pinto, 10h09'12
216º-Joaquim Adelino, 11h39'49
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Almoço AVS 2014
Em nada se repetiu qualquer ritual.
Este dia fica marcado pelo encontro de toda a família AVS, empenhados em produzir novo evento, diferente,
original, mantendo o espírito de grupo, que tem marcado acontecimentos anteriores.
De novo, encontrámos vários participantes, novos atletas, novos no clube, e na idade.
Elemento novo centrou-se na ementa, pela sua invulgar qualidade.
No prefácio do repasto, foi servido, com todo o requinte, o belo do presunto, o queijo, imagine-se, acompanhado de
amendoim, e que o verde branco deu tom especial, não sei se em DÓ Maior, ou em LÁ bem maior ainda. Que a
sinfonia teve início com uma abertura suave, julgo ninguém ter dúvida, ou não se tratasse de um verde branco, ou
branco verde, não sei.
Adivinhava-se uma subida de tom, à medida que os veraneantes se foram acomodando. Ouviu-se, de fundo, o
conjunto dos clarinetes, que ajudaram a embalar a orquestra para um andamento mais acentuado.
Vários foram os comentários registados nos corredores dos gabinetes dos príncipes da estrada, atestando o aspeto,
o paladar do fabuloso bacalhau com migas, e perdoem-me se o nome não for esse. No entanto, recuso-me a mudar
a opinião acerca da qualidade e do sabor.
Os bifinhos foram o prolongamento da novidade da ementa. Acompanhamentos foram postos à disposição, para
regalo de todos, onde pontuava o arroz de feijão, para lá da batatinha assada.
Registe-se ainda a nova forma com a sinfonia a chegar envolta em urnas cinzento-escuras. Lamparinas, quais
instrumentos de percussão, mantiveram elevada a temperatura do repasto, até ao final.
Final magistral, no último andamento, com o público a aplaudir de pé, durante largos minutos, até que se
deleitassem com as iguarias de variadíssimas sobremesas, seguidas do viciante café, única droga vulgarmente usada
pela mole lusitana, em doses massivas.
Vários compassos se seguiram, deram sequência a uma castanhada, esta também uma novidade, testemunhada por
vários comentários do tipo “Bingo, tem bicho, e não saiu”, e ”castanha com recheio parece uma iguaria das arábias”,
e que foi temperado de forma impar, pela famosa agua pé. Tudo isto se passou ao cair da tarde, acompanhada de
balada, com canto lírico. Pelo que percebi, a malta estava animada, com alto andamento, mas não registei em que
tom.
Os espetadores foram retirando, exibindo os homens, cada qual seu smoking, e laço preto em camisa de seda
aprimorada, sapatos de verniz, não falando das damas, que desfilaram os resplandecentes vestidos de noite, em
elegantíssimos corpos, grandes penteados, prolongados decotes, e as echarpes de pelo de esquilo verdadeiro.
Ninguém ousou, contudo, sair sem agraciar o regente mor, que é, ao mesmo tempo, o maestro de toda esta
orquestra.
Não se fez saída em ombros, por que essa é tradição onde o artista é o animal, mas ouviu-se brutal ovação ao
homem e mestre.
E para que fique registado, lavrado e assinado em ata, vai ser este documento assinado e chancelado com o selo
branco da instituição, sendo votado pelos presentes, com voto de distinção.
Aos quinze dias do mês de Novembro do ano da crise, de dois mil e catorze.
Assinatura gatafunhada
BOA NOITE, E BONS SONHOS
original, mantendo o espírito de grupo, que tem marcado acontecimentos anteriores.
De novo, encontrámos vários participantes, novos atletas, novos no clube, e na idade.
Elemento novo centrou-se na ementa, pela sua invulgar qualidade.
No prefácio do repasto, foi servido, com todo o requinte, o belo do presunto, o queijo, imagine-se, acompanhado de
amendoim, e que o verde branco deu tom especial, não sei se em DÓ Maior, ou em LÁ bem maior ainda. Que a
sinfonia teve início com uma abertura suave, julgo ninguém ter dúvida, ou não se tratasse de um verde branco, ou
branco verde, não sei.
Adivinhava-se uma subida de tom, à medida que os veraneantes se foram acomodando. Ouviu-se, de fundo, o
conjunto dos clarinetes, que ajudaram a embalar a orquestra para um andamento mais acentuado.
Vários foram os comentários registados nos corredores dos gabinetes dos príncipes da estrada, atestando o aspeto,
o paladar do fabuloso bacalhau com migas, e perdoem-me se o nome não for esse. No entanto, recuso-me a mudar
a opinião acerca da qualidade e do sabor.
Os bifinhos foram o prolongamento da novidade da ementa. Acompanhamentos foram postos à disposição, para
regalo de todos, onde pontuava o arroz de feijão, para lá da batatinha assada.
Registe-se ainda a nova forma com a sinfonia a chegar envolta em urnas cinzento-escuras. Lamparinas, quais
instrumentos de percussão, mantiveram elevada a temperatura do repasto, até ao final.
Final magistral, no último andamento, com o público a aplaudir de pé, durante largos minutos, até que se
deleitassem com as iguarias de variadíssimas sobremesas, seguidas do viciante café, única droga vulgarmente usada
pela mole lusitana, em doses massivas.
Vários compassos se seguiram, deram sequência a uma castanhada, esta também uma novidade, testemunhada por
vários comentários do tipo “Bingo, tem bicho, e não saiu”, e ”castanha com recheio parece uma iguaria das arábias”,
e que foi temperado de forma impar, pela famosa agua pé. Tudo isto se passou ao cair da tarde, acompanhada de
balada, com canto lírico. Pelo que percebi, a malta estava animada, com alto andamento, mas não registei em que
tom.
Os espetadores foram retirando, exibindo os homens, cada qual seu smoking, e laço preto em camisa de seda
aprimorada, sapatos de verniz, não falando das damas, que desfilaram os resplandecentes vestidos de noite, em
elegantíssimos corpos, grandes penteados, prolongados decotes, e as echarpes de pelo de esquilo verdadeiro.
Ninguém ousou, contudo, sair sem agraciar o regente mor, que é, ao mesmo tempo, o maestro de toda esta
orquestra.
Não se fez saída em ombros, por que essa é tradição onde o artista é o animal, mas ouviu-se brutal ovação ao
homem e mestre.
E para que fique registado, lavrado e assinado em ata, vai ser este documento assinado e chancelado com o selo
branco da instituição, sendo votado pelos presentes, com voto de distinção.
Aos quinze dias do mês de Novembro do ano da crise, de dois mil e catorze.
Assinatura gatafunhada
BOA NOITE, E BONS SONHOS
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Trail Casainhos
história, em Casaínhos, localidade pacata do concelho de Loures, acontecia um evento
desportivo denominado VI Trilhos de Casaínhos organizado pelo Sporting Clube de Casaínhos.
O percurso de grande dificuldade e perigoso como convém neste tipo de provas, numa
extensão de quinze quilómetros, estava mal sinalizado ao ponto de se perder o grupo que
seguia na frente da corrida.
A Organização deixou muito a desejar, a deficiente sinalização do percurso, o
a prova ainda não estavam disponíveis para serem consultadas, os banhos de água fria…
Como sempre valeu o convívio entre os amigos e o prazer da corrida.
Os Amigos Vele Silêncio marcaram presença com treze atletas:
3º-Leonel Neves, 1:29:07
7º-Joaquim Belo, 1:36:06
13º-Filipe Ramalho, 1:39:17
51º-Luis Ferreira, 1:51:23
52º-Paulo Duarte, 1:51:35
53º-Julio Roque, 1:51:52
65º-Daniel Pinto, 1:53:01
92º-José Moga, 2:01:18
108º-Carlos Costa, 2:04:22
109º-Fernando Silva, 2:04:22
145º-Fernando Avelino, 2:10:58
167º-Juca Jacob, 2:15:05
Paulo Povoa(DST)
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Maratona Porto
Resultados
1712º-Hernâni Monteiro, 3h43'13
3728º-Joaquim Adelino, 4h46'47
3736º-Luís Lisboa Santos, 4h46'57
1712º-Hernâni Monteiro, 3h43'13
3728º-Joaquim Adelino, 4h46'47
3736º-Luís Lisboa Santos, 4h46'57
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Mais um fim de semana em grande, quatro provas, vinte e oito atletas, dois troféus
individual, um sexto lugar coletivo.
Nos vinte quilómetros de Almeirim foi onde esteve o maior número de atletas, dezoito.
No final a confraternização à volta da sopa da pedra, das Caralhotas, um pão que se
come bem sem persigo, da fruta e do vinho e do sumo. Momento de boa disposição entre os
amigos presentes.
Na corrida do Montepio seis amigos deram o seu melhor num percurso praticamente
plano, com partida do Rossio e chegada no Terreiro do Paço, tendo o Tejo e a Baixa Pombalina
por companhia, num dia de sol e sem vento. Realça-se o excelente tempo do Fernando
Rodrigues.
Na Carrera Popular do Alqueva quatro amigos levaram o nome dos Amigos Vale Silêncio
a terras de nuestros hermanos.
No Trail Fluviário de Mora um amigo esteve presente e, não fosse o facto de se ter
enganado no percurso, teria conseguido um lugar no pódio.
Parabéns a todos.
20 km de Almeirim
21o-João Inocêncio, 1h13:15
37o-Luis Santos, 1h15:56
44o-Paulo Povoa, 1h16:55
86o-João Miranda, 1h21:37...
142o-Manuel Chinita, 1h24:55
220o- André Santos, 1h29:03
230o- Leonel Neves, 1h29:22
248o- Luís Ferreira, 1h30:30
351o- Armando Almeida, 1h34:33
493o- Fernando Silva, 1h39:37
Carlos Costa, 1h39:37
546o-Jose Moga, 1h42:27
559o-João Antunes, 1h43:19
626o- Daniel Pinto, 1h46:48
706o- José Jacob, 1h51:11
707o- Maria Mota, 1h51'11
793o- , 1h57:28
851o-Luis Lisboa, 2h03:40
10a Carrera Popular Alqueva
60o-Manuel Real, 44'30
63o-Filipe Ramalho, 44'56
-Pedro Fernandes, 46'00 (3o Júnior)
101o-Duarte Ramalho, 55'54
Corrida Montepio, 10 km
81o-Fernando Rodrigues, 38'44
694o-Hernani Silva,47'30
807o-António Fernandes, 48'28
1731o-Joaquim Gomes, 54'09...
2145o-Bruno Silva, 54'58
? -Antonio Silva, 59'35
Resultado Trail Fluviário Mora,30 km
6º-Joaquim Belo, 3h14'57
individual, um sexto lugar coletivo.
Nos vinte quilómetros de Almeirim foi onde esteve o maior número de atletas, dezoito.
No final a confraternização à volta da sopa da pedra, das Caralhotas, um pão que se
come bem sem persigo, da fruta e do vinho e do sumo. Momento de boa disposição entre os
amigos presentes.
Na corrida do Montepio seis amigos deram o seu melhor num percurso praticamente
plano, com partida do Rossio e chegada no Terreiro do Paço, tendo o Tejo e a Baixa Pombalina
por companhia, num dia de sol e sem vento. Realça-se o excelente tempo do Fernando
Rodrigues.
Na Carrera Popular do Alqueva quatro amigos levaram o nome dos Amigos Vale Silêncio
a terras de nuestros hermanos.
No Trail Fluviário de Mora um amigo esteve presente e, não fosse o facto de se ter
enganado no percurso, teria conseguido um lugar no pódio.
Parabéns a todos.
20 km de Almeirim
37o-Luis Santos, 1h15:56
44o-Paulo Povoa, 1h16:55
86o-João Miranda, 1h21:37...
142o-Manuel Chinita, 1h24:55
220o- André Santos, 1h29:03
230o- Leonel Neves, 1h29:22
248o- Luís Ferreira, 1h30:30
351o- Armando Almeida, 1h34:33
493o- Fernando Silva, 1h39:37
Carlos Costa, 1h39:37
546o-Jose Moga, 1h42:27
559o-João Antunes, 1h43:19
626o- Daniel Pinto, 1h46:48
706o- José Jacob, 1h51:11
707o- Maria Mota, 1h51'11
793o- , 1h57:28
851o-Luis Lisboa, 2h03:40
10a Carrera Popular Alqueva60o-Manuel Real, 44'30
63o-Filipe Ramalho, 44'56
-Pedro Fernandes, 46'00 (3o Júnior)
101o-Duarte Ramalho, 55'54
Corrida Montepio, 10 km
81o-Fernando Rodrigues, 38'44
694o-Hernani Silva,47'30
807o-António Fernandes, 48'28
1731o-Joaquim Gomes, 54'09...
2145o-Bruno Silva, 54'58
? -Antonio Silva, 59'35
Resultado Trail Fluviário Mora,30 km
6º-Joaquim Belo, 3h14'57
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Corrida Aeroporto
Ao som de suave e bela
Música e do barulho dos motores
Dos aviões a levantar, quase dois milhares
De atletas amontoam-se na partida
No terminal de cargas da Portela.
Com a respiração sustida,
E o ouvido atento ao sinal sonoro,
A mole humana grita em coro:
Está na hora!
E lá vão eles por ruas e avenidas
Cada qual com seu objetivo definido,
Lentos nas subidas, acelerando nas descidas,
Com os olhos na meta e a ideia no prémio merecido.
Resultados:
Fernando Rodrigues – 45o - 40`19``
Leonel Neves – 141o - 43`42``
António Fernandes – 505o - 50`26``
Resultados trail serra Lousã
293º-Joaquim Adelino, 9h2'47
Música e do barulho dos motores
Dos aviões a levantar, quase dois milhares
De atletas amontoam-se na partida
No terminal de cargas da Portela.
Com a respiração sustida,
E o ouvido atento ao sinal sonoro,
A mole humana grita em coro:
Está na hora!
E lá vão eles por ruas e avenidas
Cada qual com seu objetivo definido,
Lentos nas subidas, acelerando nas descidas,
Com os olhos na meta e a ideia no prémio merecido.
Resultados:
Fernando Rodrigues – 45o - 40`19``
Leonel Neves – 141o - 43`42``
António Fernandes – 505o - 50`26``
Resultados trail serra Lousã
293º-Joaquim Adelino, 9h2'47
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