sábado, 5 de março de 2011

Trail Terras de Sicó


Uma aventura em Conímbriga

É mesmo de corrida-aventura que se trata, caros amigos, como por certo saberão. Até porque alguns de vós já experimentaram esta modalidade que cresce de entusiasmo. Isto para além, claro está, do experiente Pára Joaquim Adelino. Pois foi sabendo que ele por ali estaria que decidi avançar de peito aberto nessa prova radical. E cumpri os 30Kms do Trail Terras de Sicó, em Condeixa a Nova. Cumpri, mas bem sofri. Hoje, cinco dias depois, os meus músculos ainda recuperam do esforço. No entanto, durante a massagem de recuperação de 50 minutos, entregue às mãos experientes da D. Fátima do ginásio Solinca, as dores musculares, temperadas com os movimentos relaxantes, faziam-me reflectir na prova. E ansiar pela próxima. Os 29 kms dos Trilhos dos Pastores, dia 27 de Março.

Já agora, um aparte antes de partilhar a minha experiência de maçarico dos Trails. Fui ontem (quinta, dia 3) à RTP gravar uma pequena entrevista para apresentar o filme ‘Momentos de Glória’, que passará na RTP Memória no dia 4 de Abril. Já agora, não percam, pois falo desta prova, mas também do grupo Amigos do Vale do Silêncio J Fica o convite.

Apesar de ter reservado antecipadamente um lugar no pavilhão em Condeixa para pernoita antes do dia da prova, decidi seguir o conselho do Adelino e viajar no próprio dia. O que significou alvorada às 4h30 e pouco, para estar em Sta Iria uma hora depois. Éramos quatro: eu, o Adelino, o Mário Lino e o Fernando Andrade. Viajem tranquila e chegada a boas horas. Mas logo na verificação do equipamento deu para perceber como ia mal preparado: ténis com sola para estrada e sem camisa de mangas, falta de cinco para levar algum mantimento (ou guardar as chaves do carro)... Maçarico paraquedista!!!
Começa a prova e percebo que dá para acompanhar o verdadeiro Pára. Desde cedo, percebo que a minha principal preocupação seria a de evitar a qualquer custo a entorse que espreita a cada descida e piso repleto de calhaus, pedras e buracos. É, por isso mesmo, uma prova que se faz de olhos colados no solo. E que, momentaneamente, nos impede de observar a magnífica paisagem, sempre em mutação.
Em ritmo de aquecimento, passamos as ruínas de Conímbriga e começamos com algumas subidas ligeiras. E logo me adaptei à inteligência estratégica de gestão de esforço do Adelino. O que deu até para gerir a crónica mazela muscular do meu presunto direito, que tantas vezes me deita abaixo. Por aí, não houve problema. Rapidamente aqueci, com as constantes subidas calmas. Mas também depressa percebi que eram as descidas o maior problema dos Trilhos, com um consequente esforço para os quadríceps e outros músculos da coxa.
Tudo foi bem até aos 20 kms, em que passámos com 2 horas. Foi também aí, durante o abastecimento, que decidi fazer um alongamento. Mas senti o músculo contrair, obrigando-me à medida de protecção inversa. Mau sinal. Pois pouco mais adiante, mesmo antes do sopé de uma nova escalada, os músculos da parte interna da coxa claudicaram, atirando-me para o chão, sem me dar possibilidade de os esticar. Tive mesmo de receber ajuda de companheiros que chegavam. Um momento crítico que me fez pensar que ficava por ali. Foi também isso que terá pensado o Adelino, quando me avistou já no cimo da colina. “O miúdo fica por ali”, terá pensado. Mas não. Passados alguns minutos deu para recuperar e recomeçar a subida. Depois, mais adiante, por volta dos 25 kms, outra recaída e nova paragem forçada. Depois foi sempre em pára-arranca até à meta, para um total de 4h18m.
Olhando para trás e avaliando a prova, pode impressionar o tempo (o meu também não é referência para ninguém...), mas a verdade é que as sucessivas paragens (a andar) em pisos íngremes, permitem também uma recuperação constante, o que torna a prova numa excelente alternativa às maçadoras provas de estrada. Sim, e faz trabalhar músculos diferentes. Alguns (no meu caso, pelo menos) que nunca tinha sentido com tanta intensidade. Já no balneário, a vergonha do atleta iniciado, com câimbras sucessivas (até nos dedos dos pés!!!). Sim, tiveram de me ajudar a calçar as meias... Agora dá para rir, mas na memoria fica uma experiência física inesquecível. Que não posso deixar de aconselhar.
De resto, a prova é bastante agradável. Sem marcação de distância e apenas com as fitas a marcar a passagem. Um aspecto que motivou uma brincadeira dos locais, que as trocaram e motivaram uma confusão entre os atletas da frente a perderem vários minutos até perceberem qual o caminho. Está tudo captado (bem como outros excertos da prova) por num vídeo captado pelo campeão J. Serrazina (e que poderá ser visto no blogue do Pára que não para).
A distância era medida pelos pontos de abastecimentos, a cada 5 kms. Pits stops bem fornecidos com água, marmelada aos 5kms, e laranjas, bananas e tapas de queijo local (!!) nos restantes. Houve até alguns atletas que não enjeitaram a faceta mais gastronómica e aceitaram mesmo um ‘copinho’ do branco local... No nosso caso, deixámos o ‘copinho’ para o almoço de arroz de pato, antes da viagem de regresso a casa.
Dia 27 há mais.

Paulo Portugal

sexta-feira, 4 de março de 2011

Resumo dos 2 últimos fins de semana

A 20 Fevereiro 3 amigos resolveram fazer companhia ao sr Joaquim Adelino e fizeram a sua estreia em provas de montanha(Hernâni, Filipe e Fernando)
Nada melhor para rebater o almoço de sábado e com uma certeza vão voltar a fazer companhia ao nosso ultra maratonista
Resultados:
40 Kms
Joaquim Adelino 6h47'01
21,7 Kms
Hernâni Monteiro 3h02'49
Fernando Silva e Filipe Ramalho 3h09'03
Elemento de apoio e fotografo João Inocêncio
A 27 Fevereiro muitos ficaram por casa outros foram receber uma árvore a Monsanto e mais um trail e mais uma estreia(Paulo Portugal) e nosso ultra começa a ter companhia


Corrida Árvore Monsanto, Lisboa
105-Manuel Chinita 44'28
243-Fernando Avelino 48'07
322-António Fernandes 49'05
331 -José Pereira 49'56
498 -Luciano Tomas 53'48
544- Filipe Ramalho 54'38
760- Afonso Pinto 59'39
888- José Rebocho 1 04'33

Trail Terras do Sico,Coimbra
213- Joaquim Adelino 3h58'49
235-Paulo Portugal 4h18'07

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Almoço-convívio

Almoço-convívio

Nem só de pão vive o homem, diz o velho e sábio adágio. Fazendo jus a esta máxima, os Amigos Vale Silêncio reúnem-se, pelo menos uma vez por ano, num almoço-convívio. O primeiro de 2011 teve lugar, no sítio do costume, no dia 19 de Fevereiro.
Se é verdade que os Amigos valorizam o convívio, considerando-o importante para se conhecerem melhor e cimentarem a amizade que os une, também é verdade que são responsáveis e exigentes consigo mesmos. A prova disso é o facto de terem começado o dia com um treino conjunto, debaixo de chuva intensa, às dez horas, no Parque Urbano de Santa Iria. É que o mister Fernando não brinca em serviço, mesmo que chovesse picaretas, o treino tinha mesmo que ser feito. Justiça lhe seja feita.
Enquanto uns, no treino, davam o seu melhor, o Sr. Vieira, a dois ou três quilómetros dali, empenhava-se, de corpo e alma, servindo-se das suas excelentes qualidades culinárias, para que o almoço estivesse pronto a horas e à altura dos distintos convivas.
Antes do almoço, no intervalo da chuva, teve lugar o momento alto da manhã, o instante de posar para a foto do grupo. Os Amigos eram tantos que quase não cabiam nas objectivas. De realçar a competência e o profissionalismo das fotógrafas. Sem tais predicados, a fotografia não teria saído em condições de ser contemplada pelos presentes e pelos vindouros.
Enquanto o Sr. Vieira dava os últimos retoques no arroz de marisco, e espevitava o carvão no fogareiro prestes a receber o entrecosto, trocavam-se impressões sobre os mais variados assuntos.
As estrelas da festa foram sem de dúvida o Gabriel e a Beatriz, que fizeram questão de estar presentes.
Chegou a hora de ir para a mesa. Cada um acomodou-se como pôde. A mesa parecia pequena para tanta gente, mas ninguém ficou de pé, todos tiveram direito a um lugar sentado. As barrigas davam horas, o apetite estava no auge, e os guerreiros, de faca e garfo em riste, no meio do campo de batalha, aguardavam a melhor altura para se gladiarem. Comeram e beberam roçando o pecado capital que quase todos, uma vez por outra, cometem, a gula. Deus não se importa que nestas alturas se cometam certos excessos. O repasto estava delicioso, parabéns ao Sr. Vieira.
Bem comidos e bem bebidos, um a um, lá foram abandonando a mesa. Os fotógrafos sempre atentos a poses privilegiadas disparavam em todas as direcções.
 A sala foi ficando vazia à medida que os presentes iam saindo.
No final estava toda a gente satisfeita e já com saudade do próximo convívio.





quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

CRÓNICA DE SEVILHA.


A manhã estava fresca e os receios da vinda de chuva não se confirmaram, chegámos  1,30h antes da prova ter início para calmamente preparar tudo até há hora do início pelas 9,30h.
Notava-se algum nervosismo no ar, troquei mais algumas palavras com o Joaquim Gomes sobre a prova e sobre o que iríamos encontrar quando entrássemos para os túneis do Estádio Olímpico de Sevilha. Estavam inscritos perto de 5 mil atletas e sabia da confusão que aquilo podia gerar se as coisas corressem para o torto. Mas não, logo que os portões abriram ordeiramente todos se dirigiram para os locais pré-destinados para os preparativos finais, casas de banho móveis, locais de aquecimento térmico, grande espaço para recolha de sacos de muda de roupa, espaço suficiente para aquecimento, quer nos túneis quer na pista de atletismo, tudo feito ordeiramente e sem confusões debaixo de um sistema discreto de vigilância e controlo da organização que quase ninguém deu por isso.
O Joaquim Gomes andou sempre de olho em mim, mostrando sempre grande tranquilidade mas com o cuidado de nunca me perder de vista, ambos utilizámos as casas de banho para aliviar um pouco e preparámo-nos para o passo final, o acesso à pista onde seria dado o tiro de partida, faltariam na altura cerca de 20 minutos.
O Céu continuava encoberto mas não se sentia a mínima brisa embora o frio ainda fosse intenso mas facilmente suportável, foi assim que iniciámos o curto aquecimento antes do início da prova, de imediato o Spiker da prova descobriu o J.Gomes e entabulou logo ali uma pequena entrevista, descontraído não se fez de rogado e todos gostaram de saber que era a sua estreia e a sua meta eram as 4 horas. Eu gostei de ouvir e no meu íntimo verifiquei que ele estava descontraído e podia fazer uma excelente prova.
Partimos juntos no meio daquela massa imensa que levou cerca de 7 minutos a sair da pista, cruzar os túneis e até se fazerem estrada fora, o público era imenso e o apoio começava ali mesmo à saída do Estádio. Nos primeiros kms ainda segui com o Joaquim Gomes mas a pouco e pouco prudentemente ele foi ficando para trás até eu o perder de vista, mesmo quando nos cruzámos pelos 4,5kms devido à grande massa humana que por ali se cruzava, não deu para o observar. Contudo eu ia confiante que ele se estava a proteger devido ao facto de nunca ter percorrido a distância da Maratona.
Um pormenor importante se notou logo quase desde o início, os abastecimentos líquidos estavam a cada 2,5kms e era importante que não ignorássemos a sua presença pois poderia sair-nos caro lá mais para a frente quando as coisas começassem a doer, tinha alertado também o J.Gomes para este pormenor e vinha tranquilo quanto a isso.
O apoio do público continuava constante, a nossa claque do Mundo da Corrida foi extraordinária, nos locais onde a sua presença se fazia notar ficávamos orgulhosos pelo intenso barulho que faziam, eram apitos, vuvuzelas, gritos bem sonoros, eu sei lá, da parte dos espanhóis é conhecida a sua simpatia e adesão ao desporto, particularmente a corrida, foram incansáveis também durante todo o percurso, eu ia equipado com um camisola que identificava o nosso País e por este facto Portugal foi sendo sempre incentivado, até nem se esqueciam do campeão Ronaldo ao associarem o nome de Portugal. Um pouco mais atrás seguia o Joaquim Gomes que mesmo no meio daquela multidão de atletas seguia isolado e compenetrado apenas na sua corrida, levava vestido a camisola do nosso grande Clube e outra não quis vestir, era a estreia e tinha um simbolismo muito grande.
O controlo da corrida era feito a cada 5 kms com registo do chip, era também um bom contributo para que os atletas pudessem dessa forma controlar melhor a sua corrida, foi assim que cruzei a passagem da Meia Maratona com 2 horas exactas, embora já denotando algum cansaço nas pernas. O Joaquim Gomes chegaria ali 3 minutos depois, 2,03h. e seguia em excelentes condições.
A partir dali comecei interiormente a traçar objectivos, chegar aos 5 kms seguintes e hidratar, a organização, a espaços, para além de água e isotónicos  ia dando também pedaços de laranja que serviam para aconchegar um pouco o estômago (isto para quem nada levava de reserva), eu tinha levado 3 pacotes de Gel e alguns quadrados de marmelada para tentar ir repondo alguma energia que ia perdendo conforme ia evoluindo para a fase mais crítica da prova. Sabia que o Joaquim Gomes também se tinha acautelado e vinha preparado para fazer frente a essas necessidades.
Aos 26 kms sou alcançado pelo J.Gomes, diz-me que sente muito bem e que agora vai tentar fazer o melhor possível, aconselho-o a ter muito cuidado porque a parte mais difícil da prova ainda estava para chegar. Confesso que fiquei muito contente por o ver ali e cheio de esperança que iria conseguir uma grande prova, não demorou muito para eu o perder de vista, só voltaria a encontrá-lo já depois de eu cortar a linha de meta.
Prossegui-a agora mais lentamente tentando chegar aos 30 kms, apesar de tudo já ia ultrapassando muita gente que ainda estava pior que eu, a cada etapa de 5 kms aproveitava para andar um pouco (100m no máximo) bebia água e comia alguma coisa. Foi assim até entrar no Estádio Olímpico, uma sensação de grande alívio e satisfação, valera a pena sofrer para lá chegar, é mágico aquilo que sentimos e eu era a 10ª vez que me emocionava, sim porque não é vergonha confessá-lo, ali mesmo pousei a cabeça numa das grades de protecção e dei largas à emoção que me invadiu por breves momentos. Sigo para a zona mista, dão-me  um toalhão onde sou embrulhado e dou de caras com o Joaquim Gomes, que felicidade ele tinha estampado no rosto, avançou rápido para mim e abraçou-me, também ele emocionado não conseguiu esconder o que lhe ia na alma. Fiquei feliz por ter apadrinhado ali mesmo o aparecimento de mais um maratonista no nosso grande grupo de amigos, e como ele estava feliz, tinha finalizado com 4,01h e ainda me disse que nos últimos metros ainda tinha tentado as 4 horas certas. A sua 2ª metade da prova tinha sido mais rápida do que a 1º, sinal de que estava bem treinado e enfrentou a prova com respeito e com grande responsabilidade. Assim tenho a certeza que vamos continuar a ter Maratonista para o futuro, e ele escolheu bem a prova para o fazer pela 1º vez.
Ao contrário eu não consegui fazer a 2ª parte igual à 1ª, perdi 13,5m em resultado de fortes dores nos rins e falta de força nas pernas, nada que eu já não esperasse mesmo antes de iniciar a prova. Concluí com 4,13,25h no meu registo do Garmin.
Esta excelente Maratona em Sevilha tem tudo para continuar a merecer a nossa deslocação, gostaria de ver aumentado o número de amigos a fazer a viagem e participar nesta mítica distância da Maratona para o próximo ano. Estão convidados.  

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Cronica Fim de semana desportivo

Cronica seguindo a linguagem do Futebol.

Numa manha muito chuvosa a nossa equipa técnica teve que fazer alterações a convocatória inicial e substituir 3 atletas lesionados por 3 atletas da equipa de juniores a saber: Hernâni,Pacheco e Vaz
Com os 20 elementos disponíveis para iniciar o aquecimento para a corrida a tarefa não se revelou nada fácil devido a chuva que não dava tréguas.
A corrida tornou-se muito difícil devido aos extensos lençóis de agua que dificultavam a progressão dos atletas e no "paredão" o vento e a areia revelara-se verdadeiros obstáculos para todos atletas, com o final da prova todos rapidamente procuraram abrigo nos seus carros ou debaixo das varandas dos prédios, hoje não houve o habitual contar como decorreu a prova e mesmo a distribuição de prémios foi realizada sem a gloria que todos os vencedores merecem mas sim a possível(não podemos criticar a organização).
Um pequeno reparo a organização, a partida não é funcional nos moldes actuais.
Por parte dos nossos atletas muitas queixas da chuva e do vento e as marcas passaram para um plano secundário mas tivemos 7 atletas chegados ate ao centésimo lugar e uma referencia especial para o Pedro,Vaz, Inocêncio ,Rui e Luís que nos levaram ao 3º lugar por equipas em 81 presentes.
Ainda devemos realçar o regresso ao grupo do Joaquim Damas, para quem não sabe é um dos atletas primitivos do grupo.
Por terras de Espanha(maratona de Sevilha) andaram dois Amigos,Joaquim Adelino e Joaquim Gomes que pelos resultados devem regressar felizes e contentes, o sr: Joaquim Gomes fez a sua estreia numa maratona desejamos que possa ser a primeira de muitas.
Resultados:
Maratona Sevilha
3032º Joaquim Gomes 4h 01'33
3340º Joaquim Adelino 4h 13'25


G.P.Atlântico
6º Pedro Arsénio 34'31"
16º João Vaz 35'53"
17º João Inocêncio 35'53"
32º Rui Pacheco 37'18"
33º Luís Santos 37'25"
56º Hugo Adelino 38'26"
70º Luís Lopes 39'00"
289º Fernando Avelino 45'20"
310º Hernâni Monteiro 45'38"
311º António Coelho 45'39"
354º Armando Almeida 46'23"
393º Manuel Peras 46'59"
461º António Fernandes 48'01"
550º José Pereira 49'08"
585º Joaquim Damas 49'31"
773º Luciano Tomas 53'00"
851º Fernando Silva 53'41"
991º Afonso Pinto 56'48"
998º Ricardo Nicolau 56'54"
1057º Emílio Gonçalves 58'18"


3ª equipas em 81 classificadas

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

G.P. Grândola- circuito José Afonso


Mais uma excelente jornada para os " Amigos Vale Silencio", desportivamente alcançamos um honroso 5º lugar entre 53 equipas, com os nossos primeiros 5 elementos a merecerem os aplausos de todos os outros, mas como o João Inocêncio disse e muito bem, "só fazemos sentidos se estivermos todos juntos na foto ". Houve de tudo um pouco, atletas que não levaram calções para correr,atletas nervosos porque queriam ganhar almoços(apostas individuais) e atletas que estavam na boa," o meu ultimo treino foi a 4 semanas" e como já nos habituamos "hoje só venho treinar"
Mas os resultados individuais não deixam a menor duvida, cada um deu o seu melhor e as tretas do inicio do dia foram rapidamente trocadas por..."hoje senti-me mesmo bem" e não era para menos o dia esteve excelente e a organização também, pena foi as já habituais confusões de final de prova, muito por culpa das organizações porque dão ouvidos a atletas que não respeitam ninguém para ganhar uns trocos.
Como já tinha sido anunciado segui-se um churrasco para todos elementos que quiseram participar, excelente momento de convívio com a conversa a ser posta em dia e eu a olhar para o passado e a ver o meu pai, Leonel, carlos das medalhas e muito outros de "franel" numa mesa de jardim mais o garrafão de tinto e todos de boca cheia de historias e aventura por contar e saboreando o inicio de algo que nunca imaginaram chegar aos nossos dias e que eu desejo que conserve este espírito por muitos anos.Só que no presente as personagens chamam-se, Afonso,Luciano, Hernâni,Joaquim,Povoa, Luís,João,Filipe,José,Pedro etc...
Estava na hora de regressar a casa e contar como foi:
Resultados
33º Pedro Arsénio 33'23
41º João Inocêncio 34'05
56º Luís Santos 34'59
58º Paulo Povoa 35'15
92º Tiago Silva 36'59
270º António Fernandes 43'43
295º Manuel Peras 44'26
299º Hernâni Monteiro 44'30
453º Fernando Silva 49'05
455º Luciano Tomas 49'05
541º Filipe Ramalho 52'42
548º Joaquim Adelino 53'12
616º Afonso Pinto 55'56
634º José Rebocho 57'26
641º Ricardo Nicolau 58'08
651º Emílio Gonçalves 58'55

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

G.P.Fim da Europa

Surpresa para todos atletas, há muito habituados a que esta prova nos brinde com muito frio,chuva e em 2 anos neve,o dia foi ameno e a competição foi brindada com sol e uma temperatura que se suportava.A organização já habitou quem participa a receber muita atenção de todos os membros e um bom lanche\almoço a chegada que este ano para que todos receberem porque foi distribuída individualmente, uma ideia que se aplaude.
A nossa participação foi para a maioria um treino um pouco mais duro e houve de tudo,substituições a ultima hora por lesão dos titulares,lebres, estreantes e quem aproveita-se para treinar para a maratona que se aproxima
Resultados:
80º ??? 1h07'46"
197º Paulo Povoa 1h13'10"
198º Luís Lopes 1h13'12"
199º Luís Santos 1h13'13"
209º João Inocêncio 1h13'29"
645º Hernâni Monteiro 1h25'03"
646º José Jacob 1h25'03"
674º Armando Almeida 1h25'35"
708º José Pereira 1h26'41"
902º José Moga 1h30'32"
1274º Fernando Silva 1h40'32"
1311º Joaquim Adelino 1h42'40"

MINI
152º Antonio Sousa 28'45
270º Gabriela Almeida 41'02