sábado, 14 de novembro de 2015

Resultados da Corrida Farmacêutico , ultra Trail de Grandola e Trail Nisa

Resultados Trail vila Nisa, 30 km
12°-Vitor Pinto, 3h47'36


Resultados Ultra Trail Grândola, 50 km.
16º- Joaquim Belo, 6h30'30
25º- Fernando Silva, 7h52'25
26º- André Santos, 7h52'25

1º Lugar por equipas







Corrida Farmacêutico, 10 km
Classificação geral e tempos:
Aurélio Aguiar – 37º (1º esc.) – 37m 59s
Leonel Neves – 74º (3º esc.) – 41m 16s
João Bogalheiro – 116º - 43m 17s
Nuno Bogalheiro – 134º - 43m 59s
António Fernandes – 177º 45m 58s
Hernâni Silva – 209º - 47m 19s
Sandra Baptista – 249º - 49m 15s
José Moga – 250º - 49m 16s

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

"Desde a foto tirada na nossa oficina até ao Porto levem-nos convosco com a certeza de que o nosso pensamento estará sempre ao vosso lado."

"Creio que correspondendo ao sentimento de todos os amigos do Vale do Silêncio gostaria de fazer uma pequena viagem no imaginário do que vai ser a vossa participação nesta 12ª edição da Maratona do Porto e que representará para vós uma estreia naquela que é sem dúvida a melhor Maratona que se poderá correr em Portugal. Não terão este ano a longa descida da Avenida da Boavista até à Foz, terão isso sim um espectacular percurso inicial que vos levará a Matosinhos e voltar levando-os a visitar os bonitos estaleiros percorrendo as bonitas avenidas que lhe servem de vizinhança, a meia maratona da prova vai fazer-vos companhia já muito perto da Baixa do Porto, isto é a Ribeira, em boa hora a organização retirou do percurso descendente a passagem pelo sombrio túnel da Ribeiro e leva-nos ali junto a zona histórica da Baixa onde vos será concedido um metro de passagem pelo meio dos feirantes numa algazarra que nos faz esquecer que estamos a fazer uma Maratona em corrida, a parte menos atraente da prova é depois da passagem da Ponte D. luís para Gaia, é ir à Afurada e voltar, são 9 kms cheios de interesse que se forem bem aproveitados pela vossa visão aquilo passa num instante, verão as caves do Vinho do Porto os barcos ancorados que lhes dão vida, com um pouco de sorte verão as varinas na Vila piscatória da Afurada e toda a extensão do Rio Douro nas suas margens Sul e Norte, podem levar umas moedinhas porque bares por ali não faltam, se perderem por ali alguns minutos depressa recuperarão desde que atestem bem , mas sempre sem exageros. Por volta dos 32 kms deixarão de novo a Ponte D. Luís para trás, espera-vos uma ida até perto da Ponte dos Freixo com retorno desta vez para uma passagem pelo Túnel da Ribeira, aproveitem que por norma além de sombrio é também muito fresco e servirá para recuperar algumas energias, é ligeiramente a subir e se o fizerem a andar logo recuperarão nos kms que se seguirão. O Parque da Cidade é a meta mas atenção àquela parte final, últimos 4 kms, empedrado, ligeiras subidas, algumas mais prolongadas, a recepção será fantástica, a Avenida final parecerá nunca mais acabar, é ali que é preciso manter a chama bem acesa da glória de acabar mais uma Maratona, um, dois, são os pórticos a cruzar antes de atingir a passadeira vermelha que estará ali logo ao virar da esquina, a linha de chegada será o culminar de mais um objectivo duramente conseguido ao longo dos últimos meses e para comemorar não se esqueçam que para além da passadeira vermelha existirá há vossa espera aquela vitamina lourinha do agrado de todos e que não devem ignorar. Daqui que faço todo o gosto de vos acompanhar nesta virtual participação a vosso lado reservo-me o direito de naquela parte final vos dirigir uma saúde pela vossa participação e pela vossa vitória, Os Amigos do Vale do Silêncio estarão convosco e acompanhá-los-ão em pensamento desejando que tudo vos corra pelo melhor, com um abraço dos fortes recebam a nossa força.

 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Resultados Trail Nocturno Bucelas
4º- Paulo Póvoa, 1h06'26
10º- Vitor Pinto, 1h11'52
20º- Luis Lopes, 1h14'54
78º- Nuno Bogalheiro, 1h30'26
79º- João Bogalheiro, 1h30'27
Participaram na caminhada:
Susana Pinto e a família Bogalheiro a saber: Beatriz, Manuela , Sandra e Daniel 

Resultados da corrida Luzia Dias,
178°-Antonio Fernandes, 47'47
191°- José machado, 48'26

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Atividade do fim de semana

Trinta, Amigos Vale Silêncio, no fim de semana próximo passado,
estiveram presentes em quatro provas desportivas, assim distribuídos: Corrida
do Centenário Janz, realizada no sábado no Vale Fundão - Marvila, oito atletas,
seis dos quais na corrida e dois na caminhada; Corrida Montepio, realizada
no domingo em Lisboa, onze atletas; Vinte quilómetros de Almeirim, também
realizada no domingo, dez atletas e na Belgica " 20 km Ardennes" prova de trail.
Os resultados foram os seguintes:

Corrida do Centenário Janz:

Femininos:
Veteranos 3 – 3º lugar – Sandra Baptista, 2 km, 10'39

Masculinos:
Juvenis – 2º lugar – Tiago Rodrigues, 5 km,29'01
Veteranos 3 – 2º lugar – Fernando Rodrigues, 5 km, 27'12
Veteranos 4-5º lugar- Hernani Silva, 5km, 27'12
Ricardo Batista, 2 km, 10'39
Lereno Batista, 2km,10'39
Participaram Caminhada:
Ana Rodrigues
Sofia Gaspar

Não houve classificação geral nem por equipas

Corrida Montepio:

João Inocêncio – 41º - 35m 58s
Fernando Rodrigues – 71º - 37m 31s
João Saldanha – 604º - 44m 46s
Hernâni Gaspar – 1014º - 47m 40s
Tiago Silva – 1271º - 47m 24s
Ricardo Gaspar – 1272º - 47m 25s
Tiago Rodrigues – 1179º - 47m 48s
José Moga – 1597º - 51m 00s
José Pereira – 2200º - 53m 30s
António Silva – 3504º - 59m 37s
Fernando Silva – 3952º 59m 37s

20 Km de Almeirim :

Luís Santos – 16º - 1h 13m17s
Paulo Póvoa – 41º - 1h 18m 21s
Leonel Neves – 168º - 1h 27m 41s
Vítor Pinto – 246º - 1h 30m 25s
João Bogalheiro – 302º - 1h 33m 00s
Fernando Avelino – 418º - 1h37m 54s
Nuno Bogalheiro – 473º - 1h 40m 04s
António Fernandes – 538º - 1h 43m 24s
André Santos – 539º - 1h 43m 24s
Sandra Baptista – 571º - 1h 45m 24s

Por equipas: 16ª em 57 equipas

20 km Ardennes, Bélgica

320º- Ricardo Pereira, 1h51'13  

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Maratona Lisboa

Um grupo de amigos, unido pela amizade, pelo convívio e pelo gosto da corrida, decidiu
participar na maratona de Lisboa, a realizar no dia dezoito de outubro de dois mil e quinze.
A decisão foi tomada individualmente depois de ponderada a hipótese em germinação
durante muito tempo e comunicada ao mister Fernando para efeitos de inscrição e elaboração
dos respetivos planos de treino.
Com os planos de treino na mão, cada um tentou cumpri-lo à risca, mas nem sempre foi
possível. Ou porque o periquito estava excitado, ou porque a gata andava com o cio, ou
porque chovia que deus a dava, tudo desculpas aceitáveis. Claro que o mister não sabia.
Aos domingos se não houvesse prova juntavam-se no Parque das Nações para o treino
longo. Foram três meses mais ou menos a treinar no duro para estar na melhor forma possível
no dia da prova.
O dia tão esperado, com mais ou menos ansiedade dos atletas, chegou finalmente. A
madrugada apresentou-se molhada, e o vento esteve presente, ainda bem quando batia nas
costas, mal quando batia de frente, durante a prova. Mais valia que não tivesse saído dos seus
aposentos.
À hora combinada, seis e meia da matina, alguns amigos encontraram-se ao pé da Gare
do Oriente, de onde seguiram para o local da partida, situada na linda cidade de Cascais;
outros foram lá ter diretamente.

O João, o Nuno e o André eram estreantes na distância; a Sandra corria a maratona pela
segunda vez; o Luís preparava-se para a sua terceira; o Filipe arrecadara meia dúzia, o Joaquim
já cortara a meta sete vezes e o Leonel passava da dúzia.
Todos chegaram ao fim com pouca diferença de tempo. Alguns satisfeitos com os
resultados, outros nem tanto. Houve contratempos de ordem física que puseram em causa
certos objetivos estabelecidos em devido tempo. Refira-se para exemplo as cãibras que
acometeram o André desde o quilómetro vinte e sete até à meta. Grande sofrimento que só
um espírito determinado a vencer a maratona suportaria a dor provocada pelos espasmos
intensos e constantes.

Os Amigos Vale Silêncio estavam agora mais ricos, contavam com mais três
maratonistas.

Concluíram a maratona, ganha pelo queniano Asbel Kipsang, com o tempo de
2h09m26s, três mil oitocentos e catorze corredores.

Os Amigos Vale Silêncio obtiveram a seguinte classificação e tempos:

1238º-Nuno Bogalheiro, 3h52'52
1239º-João Bogalheiro, 3h52'52
1560º- Leonel Neves, 3h59'19
1562º- André Santos, 3h59'19
1630º - Filipe Ramalho – 4h00m23s
1784º - Sandra Baptista – 4h04m49s
2084º - Joaquim Gomes – 4h24m18s
2969º - Luís Lisboa – 4h37m57s

Resultados da Meia Maratona Lisboa
59°-Luis Santos, 1h19'26"
4306º- José Rebocho, 2h12'37
Mini Maratona, Patrícia Rebocho e Helena Gonçalves

Resultados da meia maratona Ovar
1772º-Sandra Costa, 2h09'38
1773º-Vítor Costa, 2h09,37

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Mensagem de apoio a todos maratonistas

Rock’n’Roll Maratona de Lisboa edp - 2015

 Uma maratona, prova rainha do atletismo, não é nenhum bicho de sete cabeças, mas
também não é nenhum gelado que se saboreia numa esplanada à beira-mar. Qualquer atleta,
minimamente preparado física e psicologicamente, consegue correr os quarenta e dois mil
cento e noventa e cinco metros. Isto se for só para chegar ao fim como é evidente. Conforme
os objectivos de cada um assim terão de ser os treinos, mais ou menos exigentes. Como é bom
de ver, não é a mesma coisa treinar para um tempo que ronde as três horas ou as três e meia.
Os treinos têm de ser forçosamente diferentes na intensidade e na duração.
Quem anda nestas lides do atletismo mais cedo ou mais tarde resolve fazer uma
maratona. A tomada de decisão é o primeiro passo importante para a sua realização. Depois
estabelece um objetivo, mentaliza-se, segue à risca um plano de treinos para ter êxito, tem
alguma preocupação com a alimentação, reza para que não apareçam lesões e espera, mais ou
menos ansioso, que chegue o grande dia.
Pode acontecer que um atleta esteja bem preparado e no dia da corrida o desempenho
não ser o esperado. O organismo não reage sempre da mesma maneira. Se isso acontecer, o
corredor não deve desanimar, pois há mais marés que marinheiros.
Já fiz mais de uma dezena de maratonas, todas iguais, todas diferentes, com graus de
dificuldade diversos, não obstante os percursos serem idênticos. Não tem, portanto, a ver com
o percurso, mas sim com fatores intrínsecos, designadamente o estado de espírito e a
resiliência do organismo. Nalgumas fui a passo, noutras tive cãibras, noutras corri do início até
ao fim sem problemas. Os tempos também variaram logicamente. Quem se mete a fazer uma
maratona tem de estar preparado mentalmente para tudo ou corre o risco de sofrer uma
grande desilusão e ficar traumatizado para sempre.
Os estreantes na distância, sobretudo estes, à medida que o dia se aproxima vão ficando
com o nervoso miudinho, que vai passando depois do tiro de partida. O receio de não
conseguir chegar ao fim apodera-se do atleta, o qual se dissipa a cada quilómetro que deixa
atrás de si. Quando corta a meta liberta-se de todos os receios e é invadido por uma felicidade
inexplicavelmente infinita, sentindo-se recompensado de todos os sacrifícios e sofrimento por
que eventualmente tenha passado.
O que acima é dito serve para qualquer maratona, inclusive para a Maratona de Lisboa
que está aí à porta, onde os Amigos Vale Silêncio participam com oito atletas, três dos quais
pela primeira vez.
Espera-se que o São Pedro traga bom tempo, sem chuva, sem calor, sem vento.

Os Amigos Vale Silêncio

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Entre Lampiões e Lagartos,
Unidos por laços de amizade,
Catorze, abaixo identificados,
Participaram na corrida do Clube de Alvalade,

Clube do coração para os leões
Que entoavam cânticos de glória,
Enquanto as águias, em seus corações,
Engrandeciam o Glorioso e sua história.

Mas a festa era do Sporting Clube de Portugal
E os Amigos Vale Silêncio quiseram fazer parte dela
Confraternizando com todos de igual para igual.
À espera estava um leão, na passarela,

O Luís, o campeão, a nossa estrela.
A seguir ao Luís, chegou
O Aurélio Aguiar que ficou
Em primeiro lugar no seu escalão,

Não sei se é águia ou leão,
Mas isso não é importante,
Importa sim que fez uma prova brilhante.

Com intervalos pequenos
Foram chegando os demais,
Cansados, mas de alegria plenos
Por mais uma prova a constar nos anais
Do clube e no currículo de cada um.

A única mulher maratonista
Dos Amigos Vale Silêncio, mesmo com os joelhos
A doer, leoa ferrenha, a Sandra Baptista,
Bateu-se heroicamente com os olhos

Postos na meta, por um resultado
Que espelha a garra
De leão assanhado.
Seguem-se os resultados:

Luís Santos – 54º - 37:03
Aurélio Aguiar – 127º (1º Esc.) – 39:47
Leonel Neves – 299º - 42:52
André Santos – 300º - 42:52
Joaquim Belo – 301º - 42:52
Fernando Avelino – 857º - 47:56
António Fernandes – 1072º - 49:14
João Bogalheiro – 1402º - 51:34
Nuno Bogalheiro – 1403º - 51:34
Hernâni Gaspar – 1404º - 51:34
Sandra Baptista – 1469º - 52:03
José Moga – 1470º - 52:04
José Pereira – 1752º - 53:57
José Rebocho – 2258º - 56:32

Resultados Meia Maratona da Moita
52- João Inocêncio, 1:23'00"
91- Paulo Povos, 1:27'41"
102- Fernando Rodrigues, 1:28'25"
283- Fernando Silva, 1:47'48
356- Armando Almeida, 1:56'43
15° por equipas