domingo, 10 de março de 2013

Corrida das Lezírias 2013


Hoje, 10 de Março de 2013, domingo, todos os caminhos iam dar a Vila Franca. E quem os percorria? Entre outros, que aí se deslocavam por razões que só eles saberão, mas a nossa imaginação fértil põe-se adivinhar: Uns a fim de provar a típica gastronomia da cidade, sável frito com açorda de ovas; ensopado de borrego; cozido de carnes bravas; e tantos outros pratos deliciosos, convidativos, suficientemente famosos para levar tantos apreciadores a procurá-los; outros, centenas e centenas, mais de um milhar e meio de atletas que iam participar, alguns pela primeira vez, outros já lhe perderam a conta, na carismática Corrida das Lezírias.

São Pedro portou-se bem. Antes, durante e depois da prova, a chuva que ameaçou precipitar-se ficou a descansar nas nuvens. A temperatura era a ideal, nem frio nem calor. O Noto fez-se sentir suave, dificultando na ida, facilitando no regresso.

O percurso com cerca de quinze mil e quinhentos metros atravessa a ponte Marechal Carmona, entra na Lezíria quatro quilómetros e tal, regressando pelo mesmo trilho é praticamente plano e muito agradável. Os campinos, vestidos e equipados a rigor, montados nos seus cavalos dão um colorido lindo à paisagem.

A Organização esteve bem.

No final havia maça, laranja e banana para os atletas.

Os amigos Vale Silêncio estiveram representados em peso, nada mais nada menos que vinte e dois atletas tendo obtido as classificações e os tempos que abaixo se indicam. De realçar o 1º lugar do escalão do Paulo Póvoa e o 3º lugar do escalão do Rui Pacheco. Coletivamente ainda não há resultados.

 

Rui Pacheco – 12º - 53m 18s

Paulo Póvoa – 24º - 56m 31s

Luís Santos – 35º - 57m 17s

Manuel Chinita – 110º - 1h 01m 54s

Eurico Charneca – 127º - 1h 02m 31s

Orlando Ramos – 155º - 1h 03m 46s

Luís Ferreira – 160º - 1h 03m 56s

Rui Almeida – 161º - 1h 03m 59s

Luís Lopes – 162º - 1h 03m 59s

Joaquim Belo – 172º - 1h 04m 23s

Paulo Duarte – 290º - 1h 07m 36s

Daniel Pinto – 359º - 1h 08m 55s

Nuno Martins – 398º - 1h 09m 46s

Leonel Neves – 412º - 1h 09m 59s

Júlio Roque – 501º - 1h 11m 31s

José Moga – 603º 1h 13m 14s

Joaquim Damas – 712º 1h 15m 04s

António Fernandes – 737º - 1h 15m 33s

Carlos Costa – 952º - 1h 19m 34s

Jorge Teixeira – 955º - 1h 19m 35s

Joaquim Gomes – 1047º - 1h 21m 16s

Hernâni Monteiro – 1121º - 1h 23m 33s

domingo, 3 de março de 2013

Corrida da Árvore 2013


Monsanto, principal pulmão de Lisboa,

Local de passeio e de atividades lúdicas,

Onde já pastaram animais e cultivaram cereais,

Hoje, 3 de Março do ano da graça de dois mil e treze,

Teve lugar a Corrida da Árvore.

 

Manhã cinzenta e fria, ameaçando chover,

Gente agasalhada, galhofeira, alegre sorria,

Comentos disto e daquilo e daqueloutro ouviam-se,

Entregam-se dorsais, espera-se um amigo, um companheiro de clube.

 

Nove horas, grupinhos de atletas fazem o aquecimento, de gorro e luvas,

São maratonistas que vêm fazer um treino longo e fazer a prova,

Nove e meia, toda a gente a correr, devagarinho, devagar, depressa,

Dez horas, centenas de atletas na partida aguardam agitados o som da buzina.

 

Partida a horas, atropelos, ultrapassagens,

Percurso com subidas e descidas longas e acentuadas,

Paparazzi estrategicamente colocado disparava continuamente,

Chegada à meta dos dois Amigos Vale do Silêncio

Com os tempos de 46m 26s, Leonel Neves; e 49m 10s, António Fernandes.

 

E assim se cumpriu mais uma prova.

sábado, 2 de março de 2013

Maratona Sevilha

Maratona...prova única, por todo o seu carisma e misticismo ela torna-se em algo que todos os amantes da corrida tentam alcançar.
Para um participante numa maratona o formigueiro começa no momento da inscrição e vai aumentado com o aproximar do dia, todos os pensamentos durante os treinos vão dar ao dia da Maratona fazem filmes da passagem aos 10 km a meia maratona aos 30 km e aos 37 km, altura em que só já só faltam 5 km e a maratona esta praticamente feita e a distancia vencida, a maratona de Sevilha para 7 amigos não deve ter sido diferente do filme que apresentamos no inicio deste texto.
  Sábado  6h30' e com uma pontualidade nada portuguesa os amigos deram inicio a esta aventura, tudo tinha sido preparado,carrinha alugada,hotel marcado e só faltava mesmo vencer a distancia e procurar que não surgissem surpresas e com muita alegria que em muito disfarçava o nervosismo dos estreantes mas que não conseguia esconder o mesmo dos veteranos os km foram sendo vencidos ora em silencio ora no meio de muitas piadas e com o silencio de um radio que teimava em não se fazer ouvir para que fosse possível todos ouvirem as aventuras dos últimos treinos de preparação para a maratona de Sevilha que no seu menu incluía um treino de 1h realizado no corredor de uma casa e com o pormenor da porta aberta  da despensa para que a curva fosse mais fácil de fazer,treinos longos realizados as 5h da manha de domingo e muito mais que agora não nos lembramos.
A chegada a Sevilha foi tranquila e alevantar dos dorsais normal e sem qualquer tipo de stress, o almoço do agrado de todos e finalmente a descoberta do Hotel e se não fosse o já famoso GPS tudo teria sido mais difiçil.
Mas a alegria e a boa disposição ia vencendo tudo, mas havia uma certeza a organização da Maratona de Sevilha não podia ser comparada com a de Lisboa, a feira era uma boa mostra do que iria ser a maratona, tudo estava organizado para que os atletas não se sentissem perdidos num espaço fechado, havia dezenas de voluntários que nos podiam ajudar onde alevantar os dorsais onde receber os sacos e contrariando uma ideia muito portuguesa de que os Espanhóis não tentam  perceber o Português todas as nossas perguntas  e duvidas foram sendo respondidas num esforço de ambos para que nos fossemos entendendo.
O Jantar foi um juntar de manjares e havia um alimento comum a todos,massas, de diferentes cores e gostos acompanhadas de carne ou peixe e ia-se vendo a tentativa de alguns se desfazer da quantidade exagerada das mesmas mas no fim e na hora de arrumar os taparueres os havia ainda com massa para o pequeno almoço do grande dia.
O despertar foi antes do sol nascer e quando a cidade ainda dormia, de uma forma ordeira as portas dos quartos foram-se abrindo e os bons dias trocadas , malas á porta e esperar que o motorista de serviço trouxesse a carrinha e rapidamente estávamos nas ruas de uma cidade desconhecida e em silencio e que a policia já tinha fechado ruas  só para que a nossa chegada ao estádio fosse mais difiçil, dizem as más línguas.
A temperatura do ar era de 2 graus  o gelo mostrava-se nos jardins em redor do estádio mas os nervos diminuíam ainda mais a temperatura nem mesmo os primeiros raios de sol aqueceram os mais nervosos nem mesmo o caminhar colectivo a procura da partida, nem as piadas de momento, os pulos e o aquecer das mãos com o bafo no nosso interior a muito em stress pelo desconhecido que se aproximava, disfarçavam os nossos medos e incertezas de conseguir o que os sonhos de cada um tinham idealizado.
A Partida e a prova foram a aventura que só cada um pode contar.
O final foi de muita alegria e os abraços entre os diversos elementos da equipa demonstravam aos espectadores mais afastados que todos tinham conseguido alcançar os seus sonhos e não havia dores de pernas, costas ou de outra coisa qualquer que afasta-se a alegria , para que tudo fosse excepcional só faltava chegar a casa como no dia anterior chegamos a Sevilha e foi com essa certeza que deixamos Sevilha para trás e com muitos em silencio a dizerem..."até para o ano"
19h30 de Domingo chegamos ao ponto de onde havíamos partido e uma certeza ficou, os Amigos Vale Silencio, para o ano voltam a Sevilha .

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

14º Grande Prémio «Atlântico»

Nove e meia na Costa da Caparica, dez e meia em Sevilha. Enquanto nesta linda cidade espanhola já se corre a maratona há uma hora, na Costa da Caparica faz-se o aquecimento para o 14º Grande Prémio «Atlântico», e fala-se dos sete bravos maratonistas, fazendo votos para que a prova lhes corra conforme previram, ou melhor, superem as espectativas.

Na Costa, apesar do sol, a manhã está fria, mas não tanto que não se aguente o frio.

A prova, com uma distância de 10 km, levada a cabo pelo Núcleo Sportinguista da Costa da Caparica, com a colaboração de outras entidades, designadamente a Câmara Municipal de Almada, na qual participam mais de um milhar e meio de atletas e mais de oitenta equipas, decorre com normalidade.

A Organização não esteve mal, apenas o abastecimento não correu muito bem.

O percurso feito em estrada com passagem pelo Pontão junto ao mar é praticamente plano, sem dificuldades de maior, mesmo assim os tempos não são de todo brilhantes. O vencedor da prova fez 33m 55s e o último 1h 31m 08s.

A nossa equipa, desfalcada dalguns dos melhores elementos, portou-se mais ou menos bem. Em oitenta equipas classificadas é 9ª com 267 pontos. A vencedora somou 64; a 8ª, 193; a 10ª, 298 e a última 4400. Individualmente um 4º lugar no escalão (Póvoa), um 22º e um 24º na geral.

Chegam à meta 1 587 atletas.

 

Classificações:

Luís Santos – 22º – 36m 23s

Paulo Póvoa – 24º – 36m 34s

Luís Ferreira – 103º – 40m 20s

Eurico Charneca – 117º – 40m 32s

Orlando Ramos – 180º - 42m 09s

Paulo Duarte – 224º - 43m 06s

André Santos – 338º - 45m 12s

Armando Almeida – 345º - 45m 21s

Júlio Roque – 348º - 45m 22s

António Fernandes – 445º - 46m 56s

Leonel Neves – 451º - 47m 04s

José Moga – 471º - 47m 31s

Rui Tomás 472º - 47m 31s

José Rebocho – 1219º - 58m 38s

Ricardo Nicolau – 1464º - 1h 05m 46s

Fernando Avelino -? – 44m 48s

Resultados atrasados

20 km Cascais

43º- Luis Santos, 1h15'1850º-Paulo Povoa, 1h15'58136º-Rui Almeida 1h22'38170º-Luis Lopes 1h24'24173º-Eurico Charneca, 1h24'17199º-Joaquim Belo, 1h25'26395º-Paulo Duarte, 1h30'26473º- Fernando Avelino, 1h31'50599º-Filipe Ramalho, 1h34'52600º-Andre Santos, 1h34'55

759º-Julio Roque, 1h36'40

761º-António Fernandes, 1h38'51792º-Armando Almeida, 1h38'57852º-José Moga, 1h40'481718º-José Rebocho, 2h01'47


Trail Monte serves
 2º Rui Pacheco 1h20'30

G.P. Mem Martins
281º-Carlos Costa 53'25


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Trilhos Bucelas

A zona saloia é ainda para muitos amantes dos trilhos uma zona desconhecida os betetistas há muito que a descobriram mas para a corrida são ainda lugares virgens das nossas pegadas, os montes que rodeiam Bucelas foram no domingo a prova disso, a organização esteve muito bem o percurso é fascinante em termos de dureza e beleza e estava muito bem marcado e os abastecimentos os suficientes para uma prova de 23 km.
Toda a prova foi bem planeada os primeiros 12 km eram de fácil acesso mesmo para aqueles que fizeram a sua primeira aventura numa prova do género e a segunda parte com dureza suficiente para fazer a diferença entre os veteranos e iniciados , muita lama, duas subidas longas e duras e ainda a beleza de atravessar um ribeiro que para assustar levava uma boa corrente de agua que refrescava  os pés e aquecia a alma, para ajudar nos locais mais altos um vento gélido lembrava a todos a época do ano em que estamos.
Da nossa parte os resultados não podiam ser os melhores, vimos um AMIGO, no lugar mais alto do pódio e o seu e nosso nome para sempre ligado a esta prova , todos merecem o nosso aplauso e obrigado mas gostaria de destacar a estreia de mais um amigo no seio do grupo,Júlio Roque que queremos que continuo connosco por muito tempo.
Pelos comentarios dos nossos amigos o almoço foi muito bem servido foi com pena que não ficamos para mais um momento de convivio.
Só um pequeno reparo a organização a prova merecia ser lembrada por todos aqueles que estiveram presentes e uma medalha ou camisola alusiva não era um peso em termos de gastos mas nada é perfeito mas foi opinião de todos que é para voltar.

Resultados:
1º- Rui Pacheco, 1h 40'59
6º- Paulo Povoa, 1h 48'33
18º- Diogo Branco, 1h 59'33
39º- Daniel Pinto, 2h 12'16
40º- Manuel Chinita, 2h 12'20
70º- Joaquim Belo, 2h 20'02
78º- Luis Ferreira, 2h 22'42
114º- Filipe Ramalho, 2h 32'20
115º- Paulo Duarte, 2h32'20
146º- Fernando Silva 2h 40'53
189º-Julio Roque, 2h 52'44

Corta Mato Stº Antonio Cavaleiros
70º- José Jacob, 17'36
73º-António Fernandes, 17'54

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Melhores marcas pessoais 2012

Melhores Marcas por escalões em 2012


Seniores.
10km: Pedro Arsénio,  32'42
15km: Pedro Arsénio, 51'49
20km: Luis Santos, 1h 14'50
1\2 Mart: Luis Santos, 1h 20'40


M.35
10 km:Hugo Adelino, 34'26
15 km:Hugo Adelino, 52'28
20 km: Rui Pacheco, 1h 10'07
1\2 Mart:Rui Pacheco, 1h 13'39 


M.40
10 km: João Inocêncio, 34'12
15 km: João Inocêncio, 52'35
20 km: João Inocêncio, 1h 10'42
1\2 Mart: João Inocêncio, 1h 17'38
Maratona: Luis Ferreira,3h 29'14

M.45
10 km:Paulo Povoa, 35'42
15 Km:Paulo Povoa, 55'12
20 Km:Paulo Povoa, 1h 15'55
1\2 Mart: Joaquim Belo,Manuel Chinita, 1h 31'08
Maratona: Manuel Chinita: 3h 22'31

M.50
10 km:Armando Almeida, 42'38
15 km: Eurico Charneca, 59'02
20 km: Eurico Charneca, 1h 20'43
1\2 Mart: Eurico Charneca, 1h 30,46
Maratona: Hernani Monteiro, 3h 42' 13

M.55
10 km:Leonel Neves, 40'47
15 Km: Leonel Neves, 1h 02'32
20 km: Leonel Neves, 1h 26'28
1\2 Mart: Leonel Neves, 1h38,18

M.60

15km: Joaquim Adelino, 1h 31'55
1\2 Mart: Joaquim Adelino, 2h 01'35
Maratona: Joaquim Adelino, 4h01'31 


M.65 +
10 km: Joaquim Gomes, 50'11
15 Km: Joaquim Gomes, 1h 17'46
20 Km: Joaquim Gomes, 1h 43'48
1\2Mart: Joaquim Gomes, 1h 51'01
Maratona: Joaquim Gomes, 4h 00'07